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Oito empresas de Mato Grosso ingressaram com ações de execução por dívidas contra o Consórcio BRT Cuiabá, alegando um calote de R$ 772.892,72 por parte do grupo empresarial. As ações judiciais foram propostas entre maio e dezembro de 2024 e, até o momento, os processos ainda não possuem sentença definitiva.
As obras do BRT enfrentam atrasos significativos, avançando lentamente e causando transtornos aos cidadãos de Cuiabá, especialmente na Avenida do CPA e os Bairros da regiao Norte, onde os trabalhos estão concentrados. As dívidas reclamadas pelas empresas fornecedoras variam de R$ 7.414,10 a R$ 228.214,08.
As empresas solicitam que a Justiça bloqueie os bens do Consórcio BRT Cuiabá, cuja sede está localizada em Bauru (SP), para garantir o pagamento das dívidas alegadas.
Empresa pede falência do Consórcio BRT Cuiabá
A Minerpav Mineradora Leverger Ltda, uma das credoras, pediu à Justiça a decretação da falência do Consórcio BRT Cuiabá por não pagamento de três notas fiscais de 2023, totalizando R$ 266.330,80 em valores atualizados. A empresa argumenta que a insolvência do Consórcio se configura pelo não pagamento oportuno de obrigações líquidas, certas e exigíveis.
Relação das empresas credoras
As empresas que reivindicam pagamentos não realizados pelo Consórcio BRT Cuiabá são:
Robracon Rondonópolis Brasil Materiais para Construção Ltda - R$ 42.779,80
Plastibras Indústria e Comércio Ltda - R$ 209.913,87
Minerpav Mineradora Leverger Ltda - R$ 266.330,80
Vitta Indústria e Comércio de Papéis Ltda - R$ 7.474,10
Papito Auto Posto Várzea Grande Ltda - R$ 112.933,94
Oxigênio Cuiabá Ltda - R$ 13.424,01
Agrosmart Comércio de Máquinas Ferramentas e Rações Eirelli - R$ 52.802,18
SPM Comércio e Representações Comerciais Ltda - R$ 67.234,02 (fonte: Alexandre Aprá - @issoenoticia.com.br)
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